Metaremix é um ensaio da arqueologia de um instante quase-presente (que acaba de acontecer) confinado na memória implacável de uma máquina cuja vocação é a de remixar o passado. Arqueologia de um instante desdobrado em repetições e recombinações de si mesmo.

A performance é dividida em duas partes. A primeira consiste em uma improvisação com objetos cotidianos que produzem sons, como duas vitrolas que tocam antigas canções, flautas de criança e pequenas percussões, buzinas de bicicleta, apitinhos de festa infantil, etc. O som e imagem da improvisação são gravados, e mais tarde o material gravado é automaticamente re-mixado consigo mesmo (editado e posteriormente mixado) por um dispositivo criado em Max/MSP e Pure Data. Na segunda parte os performers deixam a cena e o filme remixado é exibido.

Metaremix