sumário

Prefácio – Peter Pál Pelbart ...................................................... 13 
Atalhos................................................................................. 17

PRELÚDIO ............................................................................ 21

Capítulo 1 – Fenomenologia da escuta
PIERRE HENRI MARIE SCHAEFFER.............................................  25
Ouvido como instrumento ........................................................  25 
Escuta como ato de criação ..................................................... 26 

Fenomenologia do som ........................................................... 27 
O ouvido entre as coisas ......................................................... 28 
Acusmático ........................................................................... 30 
Escuta reduzida: modo de subjetivar o som ................................. 32
TRANSIÇÕES SCHAEFFERIANAS ............................................... 33 
Dispositivos de escuta: microfone e alto-falante ........................... 33 
Inventando escutas ................................................................ 36

Capítulo 2 – Ecologia sonora
RAYMOND MURRAY SCHAFER.................................................. 38
PROJETO PAISAGEM SONORA MUNDIAL ................................... 38 
Ecologia sonora .................................................................... 40 
Clariaudiência: uma pedagogia da escuta ................................... 40 
Moozak ............................................................................... 41

TRANSIÇÕES SCHAFERIANAS .................................................. 43 
Poluição sonora & ruído .......................................................... 43 
Ruído e poder ....................................................................... 44 
Esquizofonia ......................................................................... 46

PARA ALÉM DE UM PENSAMENTO SCHAFERIANO......................... 46 
Pela potência esquizofônica ..................................................... 47 
Para que afinar o mundo? ........................................................ 49 
Outra idéia de ecologia ........................................................... 50 
A escuta musical daria conta do universo sonoro? ........................ 51 
Poluição sonora ou questão de território? ................................... 52 
Esboços de uma política da escuta ........................................... 53

INTERLÚDIO – A QUEM NOSSOS OUVIDOS SERVEM?................... 56
Um rei à escuta .................................................................... 56 
Escuta para além do significado ............................................... 61 
Dois modos de o poder operar a partir do sonoro ........................ 61

Capítulo 3 – Território Sonoro (TS)
MICROPOLÍTICA DO SENSÍVEL ................................................ 63 
Códigos, meios e ritmos ........................................................ 63 
Transdução e transcodificação: troca de meios ........................... 64 
Caos operador de instabilidade ................................................ 65 
Ritmo: diferenciação em estado bruto ........................................ 66 
Produção excedente de códigos – por uma economia da 
escuta ................................................................................ 69

TERRITÓRIO ........................................................................ 71 
Território produz qualidades expressivas ................................... 72 
Passagens e distâncias ......................................................... 73 
Arte e território .................................................................... 74 
Produção de mundos possíveis ............................................... 75

RITORNELO ........................................................................ 76 
A canção nos protege .......................................................... 77 
Traçando um lugar seguro ..................................................... 78 
Criar territórios a partir do sonoro .................................,......... 79 
Ritornelo: fabricação de tempo ............................................... 83 
Duas imagens de tempo: a canção e o galope .......................... 84 
Territórios vestíveis – mídias sonoras móveis ............................. 86

ARTICULAÇÕES COM O SONORO ........................................... 88 
Ópera maquínica .................................................................. 89 
Sobriedade e seletividade: para não espantar os devires 
       sonoros ...................................................................... 90 
Poder e potência do sonoro .................................................. 92 
Ritornelo, o problema da música? ........................................... 94 
A música convoca forças da terra: o povo ................................ 94 
Por orelhas potentes ........................................................... 95 
Silencieiro: caso clínico? ...................................................... 96

TERRITÓRIO SONORO (TS) .................................................. 98 
Duas operações do Território Sonoro ..................................... 98 
Poder, prisão e TS: muros, cadeados e labirintos sônicos ......... 100 
Territórios Sonoros Seriais e Difusos ..................................... 101 
Produção de escuta: biopolítica do sonoro ............................. 102

Capítulo 4 – Escuta e poder
Poder como produção ....................................................... 103 
Poder não localizável:
relação – estratégia .......................................................... 103 
Três modos de operar a vida, o corpo, os sentidos ................. 104 

PODER E CONDIÇÃO DA ESCUTA ....................................... 106 
Disciplina auricular: Panótico .............................................. 106 
Panótico e Pámphónos ..................................................... 109 

ESCUTA E CIBERCULTURA ................................................ 114 
Mp3: codificação do sonoro ............................................... 114 
Música totalizante ............................................................ 115 
Biopoder do sonoro: escuta e sociedade de controle .............. 119 

REGIME DIFUSO OU DE CONTROLE .................................... 122
Territórios Sonoros Seriais (TSS) e Territórios Sonoros 
    Difusos (TSD) .............................................................. 125 
Instrumento de escuta e sociedades de controle .................... 129 
Sonoridade e transformação incorpórea ................................ 130 
Biopotência da escuta....................................................... 132

CONCLUSÃO .................................................................. 134 
Silêncio e Ruído: entre o musical e a máquina de guerra
sonora ........................................................................... 134 
Ficção sonora ................................................................ .139 
Por uma “clínica da escuta” ................................................ 141

POSLÚDIO ...................................................................... 145

Notas ............................................................................ 146 
Bibliografia ..................................................................... 174livro-sumario_files/CONDICAO%20DA%20ESCUTA%20editado-7letras%20002.doc

condição da escuta: mídias e territórios sonoros

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